Eu Sou La Banca - por Izaak Costa.
Ao longo de minha vivência com o tema da história e da cultura ingaense, principalmente através do professor Alexandre Ferreira, ouvi relatos de como era a presença de La Banca na sociedade ingaense, um homem incompreendido, fora de “seu lugar”, um estrangeiro. Ferreira (2017) conta de um terno listrado que o pesquisador frequentemente utilizava em ocasiões especiais, conta de um seu cachimbo a la Sherlock Holmes. A figura é tamanha que Ferreira (2018) lhe dedicou uma matéria com o título “LA BANCA: O Indiana Jones que teve o tempo perdido!”. Nesta matéria, o historiador atentava para o fato deste pesquisador não ser reconhecido pelos ingaenses.
Conhecido pelos moradores mais antigos do Ingá como “Seu La Banca”, segundo as pesquisas de Ferreira (2017) publicadas no blog O Ingaense, “foi a partir de seu trabalho que o mundo passou a conhecer as pedras, e as Itacoatiaras se tornaram referência do Ingá para o mundo” e que, dada a sua importância, podemos dividir a história do turismo no Ingá em “antes” e “depois” de Seu La Banca.

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